Tudo sobre a Agricultura Biológica
Terça-feira, 08.05.12

Decorreu hoje na Universidade da Madeira um debate sobre o tema "Os desafios da Agricultura Biológica", organizado por um grupo de alunas do 1.º ciclo em Ciências da Educação. Na oportunidade, José Carlos Marques, técnico da Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais, referiu que já existem na Região cerca de 100 agricultores que se dedicam à agricultura biológica, numa área total de 200 hectares.
Defendeu, na sua intervenção, que é possível aumentar a produção de agricultura biológica «de uma forma mais sustentável, utilizando a biodiversidade como um recurso», num «contexto de recursos cada vez mais caros e escassos», para «conseguirmos ter competitividade nos preços e competirmos com a agricultura industrial no mercado».

fonte:http://online.jornaldamadeira.pt/

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Domingo, 15.04.12

No dia 21 de Janeiro, elementos do Clube da Floresta “Nogueira Viva”, em parceria com o programa Eco-Escolas, cujo tema aglutinador do ano é a agricultura biológica, e em estreita colaboração com a Associação de Pais, meteram mãos à obra e iniciaram a implementação de uma pequena horta pedagógica/ biológica, nos terrenos da própria escola. 

De início, o trabalho foi duro, para livrar o terreno de muitas pedras e torná-lo propício à prática agrícola. Assim, neste momento, na horta, floresce já o resultado das primeiras sementeiras: alfaces, couves, favas, ervilhas, cebolas, abóboras, cenouras, morangos, framboeseiras, maracujás e algumas ervas aromáticas. O sonho foi crescendo tal como os produtos agrícolas. Os alunos são a primeira razão da existência deste projecto,em especial os alunos que integram o ensino especial.

E com grande empenhamento da Associação de Pais, construimos uma estufa. Neste “construimos” queremos salientar o papel dos alunos que voluntariamente integram este clube e onde se integram alunos do Ensino Especial.

Estamos em Abril e as sementeiras já deram os seus primeiros frutos, morangos e couves. Todas as outras sementeiras estão em fase de desenvolvimento. 

No dia 13 de Abril, os alunos do clube da floresta “Nogueira Viva”, num gesto simbólico, entregaram na Direção os primeiros mimos produzidos na horta.

A alegria que se via nos seus rostos e a ternura com que as mãos os levavam são para os coordenadores do Projeto, gestos e expressões que não esqueceremos e nos fazem prosseguir. 
Se, como disse, Riccardo Bacchelli “A agricultura é a arte de saber esperar' soubemos esperar e vamos continuar nessa espera construtiva. 

fonte:http://www.correiodominho.com/

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Sábado, 14.04.12

A produção de produtos biológicos, em Portugal, cresceu 60% em 2011, de acordo com a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, que falava durante uma prova de produtos biológicos a bordo do Navio Escola Sagres e organizada pela associação de agricultores biológicos da Beira Interior.

Segundo Cristas, a agricultura biológica está em “franco crescimento” em Portugal, sendo “exemplo do dinamismo da agricultura portuguesa”.

“[A agricultura biológica] é importante para o consumidor, que se sente seguro ao comprar biológico, é importante para o ambiente, uma vez que as culturas são fertilizadas apenas com compostos orgânicos, e é importante para a economia portuguesa, que pode aumentar as suas exportações para os maiores e mais exigentes mercados europeus”, explicou Cristas.

Na mesma visita, a ministra do Ambiente, Mar, Agricultura e do Ordenamento do Território disse ainda que o preço da água canalizada não aumentará em 2012 e que continua empenhada em facilitar o acesso à terra, em regime de arrendamento, do porte dos agricultores que não tenham terrenos.

Aqui, a prioridade será dada aos jovens e à produção biológica. 

fonte:http://www.greensavers.pt/

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Domingo, 01.04.12

A Associação de Leigos Voluntários Dehonianos (ALVD),  em parceria com a Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais, está a promover um curso de iniciação à Agricultura Biológica, com o tema: "Prática da agricultura biológica em zonas urbanas".
Este curso terá a duração de 14 horas, administrado em 4 sessões: 17 e 24 de Abril (terça-feira), das 19h às 22h; 21 de Abril e 5 de Maio (sábado), das 14h às 18h.
Terá a conjunção da parte teórica na terça-feira com a prática ao sábado.
 
O curso será realizado na Camacha, nas antigas instalações da Biofábrica.
Programa de curso de iniciação à agricultura biológica.
1 - O modelo agrícola actual predominante. - 1 horas
2 - Definição de agricultura biológica. - 1 hora
3 - Compostagem (prática) - 4 horas
4 - Práticas de Gestão da fertilidade do solo. - 4 horas
5 - Limitação natural e controlo de pragas e doenças. - 2 horas (práticas)
6 - Gestão das ervas. 1 hora (práticas)
7 - Práticas de agricultura biológica em hortas urbanas. 1 hora
O custo será de 55 missões (euros) e reverterá a favor da associação ALVD e do seu projeto de missão em Moçambique, Alto Molócuè.
 
As inscrições estão abertas até o dia 13 de abril
- email: alvdm4deira@hotmail.com
- Marta Freitas (Telemóvel: 964922039 // Email: ft_marta@netmadeira.com)

fonte:http://online.jornaldamadeira.pt/

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Carlos Sequeira, primeiro produtor em modo biológico em terrenos do concelho de Loures, recebeu, no dia 21 de março, a visita da Câmara Municipal de Loures. Na exploração agrícola que detém na Apelação não são admitidos adubos químicos, nem pesticidas, numa tentativa de respeito pelo equilíbrio da natureza.

Carlos Sequeira, de 41 anos, adquiriu recentemente a certificação pela produção agrícola em modo biológico por parte do organismo de certificação SATIVA.

Por essa razão, recebeu, no dia 21 de março, a visita de Emília de Figueiredo, vereadora do Departamento de Atividades Económicas e Turismo da Câmara de Loures, assim como de Jaime Ferreira, Presidente da Agrobio - Associação Nacional de Agricultura Biológica -, e de Nelson Silva, em representação do Departamento Técnico daquela associação.


“Estamos perante um jovem empreendedor e são exemplos como este que devem ser destacados”, realçou Emília de Figueiredo. “Estamos aqui hoje para dar a conhecer e valorizar a qualidade e a diversidade da agricultura biológica produzida no concelho de Loures”, acrescentou a autarca.

É num terreno de um hectare, bem no centro da Apelação, que fomos encontrar Carlos Sequeira. “Este é o meu mais recente projeto”, revela com orgulho o produtor. “Fiquei sem emprego e decidi enveredar por esta atividade, aproveitando todas as potencialidades deste terreno herdado do meu avô”.

E porquê a agricultura biológica? “Sempre me interessei por esta temática e a minha alimentação costuma ser bastante cuidada, regendo-se pelos princípios da agricultura biológica. Além disso, há quatro anos frequentei uma formação em agricultura biológica na Agrobio.”


Carlos Sequeira explica que foi apenas há quatro meses que começou a colocar sementes na terra. Por essa razão refere ainda não ter estado presente no Mercado Agrobio, apesar de já ter fornecido os seus produtos a outros produtores para ali serem vendidos. “Ainda não reuni as condições nem a quantidade de produtos necessários para montar uma banca no Mercado”. De qualquer forma, revela, “no dia 31 de março lá estarei”.

O Mercado Agrobio, organizado pela Câmara de Loures, em parceria com a Agrobio, realiza-se todos os sábados, entre as 9 e as 14 horas, na Praça da Liberdade, em Loures, frente aos Paços do Concelho. Facilitar o acesso aos produtos de agricultura biológica e o incentivo à produção e consumo locais, de produtos frescos e da época, são os objetivos principais.


No seu terreno, que conta com duas estufas de germinação, Carlos Sequeira produz um pouco de tudo: tomate, pimento, alface, coentros, cominhos, manjericão, rúcula, e agrião, entre muitos outros produtos. A formação, essa nunca é descurada, estando atualmente a frequentar um curso de HACCP. “Quero estar apto a fabricar pão e doces biológicos”, explica o produtor.

Acérrimo defensor da Agricultura Biológica, Jaime Ferreira, frisa: “A agricultura biológica é uma agricultura com futuro. O mercado é crescente, as pessoas estão cada vez mais interessadas neste modo de produção, e os produtos não têm de ser necessariamente mais caros.”

“Não tenho dúvidas de que o Carlos Sequeira irá funcionar com um exemplo a seguir. Muitas vezes as pessoas precisam de ter acesso a um caso real para verificarem que funciona. E podem ter a certeza que é muito mais fácil começar a prática agrícola pela agricultura biológica do que mudar da convencional para a biológica”, refere Jaime Ferreira.


Entre as principais razões para se enveredar pela agricultura biológica, o presidente da Agrobio enumera: “é mais sustentável e como está a ser praticada, cada vez mais, junto dos grandes centros urbanos e de importantes polos de escoamento como lojas, escolas ou empresas, contribui para a redução da pegada ecológica. É um tipo de agricultura que está mais direcionada para o consumo local, de venda direta e cadeia curta”, explica.

Além disso “ao contrário da agricultura convencional, os produtores biológicos seguem um caderno de normas rigoroso, verificado por organismos de controlo e certificação, segundo a legislação europeia de Agricultura Biológica”, acrescenta Jaime Ferreira.

Sobre a Agricultura Biológica


Os excedentes agrícolas, a desertificação humana das regiões desfavorecidas, o esgotamento e erosão dos solos, a poluição das terras e águas, a redução da biodiversidade, a contaminação de produtos, foram os principais motivos que levaram à procura de modelos de desenvolvimento sustentável com regras, princípios e práticas que noutros tempos eram usados e que agora fazem parte da Agricultura Biológica. 

A agricultura biológica tem como base o reconhecimento da existência em comum da saúde do solo, dos animais e dos seres humanos, não descurando os ecossistemas agrícolas. A não utilização de adubos e pesticidas químicos de síntese, promotores de crescimento, como por exemplo hormonas e antibióticos, de aditivos e conservantes, de alimentos e organismos geneticamente modificados, faz da agricultura biológica um modo de produção que respeita a vida e o ambiente, promovendo a biodiversidade.


Portugal possui uma conjuntura favorável a este tipo de agricultura, pelas suas potencialidades climáticas, pela diversidade de fauna e flora ainda existentes e, acima de tudo, por que muitas das formas tradicionais de produção são muito próximas do modo biológico. Também a existência de espécies, variedades regionais e raças autóctones poderão constituir pontos fortes para a expansão deste tipo de agricultura.

 fonte:http://www.cm-loures.pt/

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No passado sábado, o executivo municipal de Loulé assinalou a abertura das Hortas Sociais de Loulé, numa cerimónia que contou com a presença do diretor regional de Agricultura e Pescas do Algarve Fernando Severino, e de Nélson Dias, da Associação In Loco, parceiros nesta iniciativa

Numa altura em que ainda se encontra em fase de atribuição dos talhões, Aníbal Moreno, vereador com o pelouro do Ambiente, explicou a essência desta infraestrutura localizada numa antiga lixeira, e que integra as componentes ambiental e social. «Decidimos criar as Hortas Sociais como forma de apoiar as pessoas mais carenciadas, aproveitando um espaço desaproveitado há mais de 20 anos, perto do centro da cidade», sublinhou.

Após um trabalho de mais de um ano, o equipamento já construído integra 20 talhões, área de convívio, serviços do apoio, e um reservatório de 500 m3 de água armazenada para rega e que tem origem nas Bicas Velhas.

A atribuição dos talhões existentes está agendada para o dia 21 de abril mas Aníbal Moreno adiantou que «este projeto não se esgota nestes 20 talhões, nem neste local».

A utilização é totalmente gratuita mas, de acordo com este responsável, o que se pretende é ajudar as pessoas e não que estas façam negócio com os produtos.

Já a vereadora responsável pela área social do Município Teresa Menalha, salientou o facto do «conceito destas Hortas Socais ser diferente das Hortas Comunitárias» já que a infraestrutura direciona-se preferencialmente aos mais desfavorecidos e não a toda a comunidade. Como tal, esta responsável falou dos critérios de seleção para atribuição dos talhões: famílias desfavorecidas, com rendimento capitainferior à retribuição mínima mensal garantida,famílias numerosas e com menores, desempregados e munícipes recenseados no concelho há mais de 3 anos. «A atribuição será feita de acordo também com a ordem de chegada das pré-inscrições. Nada disto pode ser feito sem critérios», frisou esta vereadora.

Quanto aos objetivos, Teresa Menalha falou da importância das Hortas Sociais como forma de identificar a cultura local, reforço do espírito de coletividade, prevenção de comportamentos antissociais, apoio à subsistência das famílias, promoção dos hábitos saudáveis, criação de um cariz biológico e tradicional e valorização do espaço público.

No âmbito das Hortas Sociais, foi celebrado um protocolo entre o Município de Loulé e a Associação in Loco com vista à formação e acompanhamento dos proprietários dos talhões. Tendo em conta que algumas das pessoas a quem será atribuído um talhão não têm noções mínimas de agricultura, os técnicos da In Loco irão promover uma ação de formação com uma parte introdutória sobre agricultura biológica e reutilização de resíduos e compostagem. Posteriormente, esses técnicos farão o acompanhamento no terreno. 

«Esta é uma Horta cheia de simbolismo, não só pelo reaproveitamento do espaço de uma antiga lixeira, mas também porque abre as portas no dia do ‘Limpar Portugal’», considerou Nélson Dias, da In Loco. Já o diretor regional de agricultura, Fernando Severino, destacou o caráter social, ambiental, pedagógico e de lazer destas Hortas Sociais. Este responsável falou ainda do papel da autarquia na «aproximação à produção, sem enveredar por caminhos não sustentáveis».

A Câmara Municipal de Loulé decidiu criar as Hortas Sociais de Loulé forma de proporcionar aos cidadãos, em especial aos mais carenciados, a possibilidade de cultivarem e assim poderem usufruir de produtos agrícolas frescos, produzidos por si e pelo seu agregado familiar. As Hortas Sociais de Loulé visam, assim, dotar o Município de um equipamento com uma forte componente social, considerando a importância da relação entre o homem e a terra como forma de equilíbrio, interação e integração com o meio social e ambiental.

Além disso, a criação de pequenas hortas em contexto urbano constituem, não só um instrumento de subsistência alimentar e complementar, nos atuais tempos de dificuldades, como também instrumento sociocultural, que cria uma forma de equilíbrio entre o homem e a comunidade e entre o homem e o meio ambiente que o rodeia.

As Hortas de Louléocupam espaço público que se encontrava disponível e permitem utilizar um recurso valioso que se desperdiçava, a água das Bicas Velhas. Com a criação destas hortas pretende-se ainda a requalificação de espaços que tendem a degradar-se quando não ocupados, devolvendo à comunidade um espaço comunitário que funcionará como um elo de convivência social entre gerações e proporcionará benefícios económicos e de saúde, especialmente no que concerne a uma alimentação saudável.

Estes fatores contribuirão para a integração da comunidade nos contextos social e ambiental, justificando, pela sua relevância social e comunitária, um apoio e incentivo consistentes, para a promoção da saúde e da qualidade de vida dos seus utilizadores, através da mudança de comportamentos, que se traduzem em hábitos de vida mais saudáveis, favorecendo o contacto com a natureza enquanto forma de evitar o sedentarismo e motivando a introdução de boas práticas.

Os utilizadores deverão cumprir as regras estabelecidas no Regulamento, usar corretamente os recursos disponibilizados e contribuir para uma convivência sã entre os utilizadores, bem como o cumprimento das técnicas de uma agricultura sustentável e saudável. A criação das Hortas Sociais de Loulé contempla ainda uma forte componente educativa, apresentando em espaço próprio ações de formação sobre técnicas de agricultura biológica, manutenção de espaço público, trabalho comunitário, compostagem e promoção ambiental.

A utilização das Hortas Sociais de Loulé requer o cumprimento das regras estabelecidas no Regulamento, o uso correto dos recursos disponibilizados e uma convivência sã entre os utilizadores, bem como o cumprimento das técnicas de uma agricultura sustentável e saudável, de acordo com as regras da agricultura biológica.

Os interessados em dispor de um talhão nas Hortas Sociais de Loulé devem apresentar à Câmara Municipal de Loulé uma ficha de candidatura, que se encontra disponível no website do Município, tendo prioridade as famílias com rendimento per capita à retribuição mínima mensal garantida. 

Para mais informações os interessados devem contactar a Divisão de Ambiente e Equipamentos Urbanos (289 400 890) ou a Divisão de Gestão Social e Saúde (289 400 882) da Câmara Municipal de Loulé.

fonte:http://www.barlavento.pt/

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Sexta-feira, 23.03.12

A cerimónia de inauguração das Hortas Sociais Urbanas no Parque das Freiras em Lagos reuniu o executivo municipal, os parceiros do projeto, bem como os familiares e amigos dos futuros hortelãos. Foram entregues parcelas de terreno a 28 famílias de Lagos.

A atribuição destas parcelas de terreno a 28 famílias de Lagos aconteceu no Parque Dr. Júdice Cabral (vulgo Parque das Freiras) com o intuito de assinalar a entrada na primavera, que agora se inicia.

Esta iniciativa está enquadrada num projeto mais vasto, intitulado “Agricultura Biológica para Todos”, e do qual fazem parte ações de sensibilização e de formação, onde se inclui a realização de workshops sobre agricultura biológica e alimentação saudável. Reforçar a prática de agricultura social, suscetível de constituir um reforço alimentar saudável como complemento de subsistência alimentar das famílias; desenvolver hábitos alimentares saudáveis; incentivar a requalificação ambiental de terrenos camarários abandonados, subaproveitados ou com uso inadequado e valorizar o espírito comunitário na utilização do espaço público e na manutenção do mesmo, são os principais objetivos deste projeto.

Presentes nesta cerimónia informal estiveram, para além dos hortelãos e familiares, o executivo municipal, o Diretor Adjunto da Direção Regional de Agricultura e Florestas do Algarve, Ezequiel Pinho, o Presidente da Assembleia Municipal de Lagos, Paulo Morgado, uma representante da Universidade do Algarve, Celestina Pedras, representantes dos parceiros do projeto – Algar e Biosite - , os Presidentes de Junta de São Sebastião e Sta. Maria, entidades oficiais do concelho e demais convidados.

Para enquadrar o projeto das Hortas Sociais Urbanas foi convidado a intervir o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lagos, António Marreiros, que começou por felicitar o grupo de trabalho responsável pelo projeto e que é composto por técnicos da autarquia das mais variadas áreas, aproveitando a ocasião para agradecer todo o apoio prestado pelos parceiros do projeto, a Algar, a Biosite e a Universidade do Algarve. 

Em relação à atribuição das parcelas de terreno, referiu que esta é feita a título gratuito”, lembrando que, aos hortelãos, cabe apenas o pagamento do valor correspondente aos consumos de energia elétrica e de água, necessários às atividades desenvolvidas no âmbito deste projeto, e que “a água será paga a preço de custo e não mais do que isso. Não vão ter de pagar mais taxas nenhumas”. 

Lembrou que todos os hortelãos irão ter formação, na área de Horticultura Biológica, promovida por um dos parceiros desta iniciativa – a Biosite, uma vez que “o que pretendemos é que os produtos cultivados nestas hortas sejam o mais saudável possível”. 
A terminar, António Marreiros não quis deixar de referir que “o concurso lançado, no final do ano passado, para a atribuição destas parcelas superou todas as expectativas da autarquia”, uma vez que ainda ficaram em lista de espera cerca de 20 famílias candidatas. A ideia será, numa fase seguinte, “estender o projeto a outras zonas do concelho, inclusivamente às freguesias”. 

O Diretor Adjunto da Direção Regional de Agricultura e Florestas do Algarve Ezequiel Pinho, aproveitou a ocasião para felicitar a Câmara Municipal e os próprios hortelãos pelo facto de terem tornado possível este projeto. Referiu que a entidade que representa “tem andado bastante atenta a estes projetos das hortas sociais e que têm aprendido bastante”. Referindo que, “passaram-se muitos anos em que a sociedade não soube valorizar valores como o espírito de entre ajuda e o associativo. Felizmente voltamos agora a olhar para eles”. Desejando boa sorte a todos os hortelãos, Ezequiel Pinho mostrou-se disponível para estar presente “na altura da 1ª colheita dos produtos cultivados nestas 28 hortas”.


A terminar a cerimónia usou da palavra o Presidente da Câmara Municipal de Lagos, Júlio Barroso, que voltou a agradecer a todos os envolvidos nesta iniciativa por terem tornado possível a concretização das Hortas Sociais Urbanas, em Lagos.
Lembrando que nos últimos anos as atividades primárias, como a agricultura e a pesca, têm vindo a ser abandonadas, o autarca quis deixar um apelo para que todos “estejam sensibilizados para a grande importância que este sector, e a agricultura em especial, pode desempenhar para a melhoria da nossa condição económica e para o bem estar das famílias e das populações”. 

Falando um pouco dos objetivos do projeto (já cima referidos) o presidente aproveitou para relembrar que a cedência das parcelas de terreno para hortas sociais tem fins sociais e ambientais, pelo que está sujeita a critérios de interesse público. Neste sentido, todos os candidatos tiveram que preencher, pelo menos, um dos requisitos plasmados no Regulamento. Para o autarca “felizmente e infelizmente ainda ficaram candidatos na lista de espera. Felizmente porque nos diz que há muitas pessoas que estão sensibilizadas ambientalmente e dispostas a cultivarem os seus próprios produtos e infelizmente porque não conseguimos nesta primeira fase dar resposta a todos os candidatos. Iremos agora estudar outras alternativas e outros terrenos para que isso possa acontecer.”

Recordando que “nada se colhe sem ser semeado”, disponibilizou-se para acompanhar o projecto e deixou aos hortelãos, em tom de brincadeira, “o desejo de muitos calos nas mãos e boas culturas”.

fonte:http://www.barlavento.pt/

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Domingo, 11.03.12

O secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, assegurou hoje que, "no final da próxima semana", os produtores pecuários de produção biológica e integrada vão ser autorizados a dar complementos não orgânicos aos animais, sem perderem ajudas.

"Claro que, num ano normal", a agricultura biológica e a produção integrada só podem "usar fatores orgânicos", mas, sublinhou o governante, este "é um ano de exceção", de seca, em que "é necessário muito bom senso e solidariedade no setor e a nível nacional".

José Diogo Albuquerque falava aos jornalistas durante uma visita a uma exploração agrícola alentejana, o Monte do Tojal (Évora), onde reuniu com produtores pecuários e agricultores da Associação Nacional dos Produtores de Cereais (ANPOC).


fonte:http://aeiou.expresso.pt/

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Sábado, 03.03.12

O director regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Bernardo Melvill Araújo enfatizou hoje o propósito da agricultura biológica ocupar 500 hectares em 2015.

O governante falava aos jornalistas à margem da sessão de abertuda do seminário 'Agricultura Biológica na Escola', que decorre de hoje até domingo na Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco.

Em 2011 e já este ano foram elaborados cerca de 70 projectos para novas explorações de agricultura biológica, sendo que, neste momento, este tipo de agricultura ocupa já cerca de 200 hectares de cerca de 90 produtores. Se os 70 projectos avançarem, serão ocupados mais cerca de 140 hectares.

Bernardo Melvill Araújo garantiu que o grande desafio é o de chegar a 2015 com 500 hectares. "Tudo estamos a fazer para isso", afirmou. Converter as explorações agrícolas e responder à lei da oferta e da procura são desafios a alcançar. "O mercado está a pedir mais produtos biológicos", assegurou. Neste momento produz-se quase de tudo em matéria de agricultura biológica mas a banana biológica e a horticultura estão em expansão.

O seminário sobre 'Agricultura Biológica na Escola' é organizado pelo Departamento 'Eco-Escola' da Gonçalves Zarco com o apoio de diversos parceiros.

O Seminário está creditado com um crédito para os professores de todas as áreas. A formação é dirigida a educadores de infância, professores dos ensinos básico e secundário e professores de educação especial. Ao todo inscreveram-se 120 docentes.

Bernardo Araújo realçou o facto da iniciativa decorrer numa escola. Até porque já há diversas instituições de ensino da Região com hortas escolares mas a ideia é "disseminar ainda mais as hortas escolares". Sendo que há estudos científicos que indicam que os alunos que têm contacto com hortas escolares alcançam um melhor desempenho académico, físico e social.

Em 2011, a Direcção de Agricultura fez mais de 50 acções de divulgação e de esclarecimento que abrangeu cerca de 1900 pessoas. Este ano, o programa 'Eco-escolas' dedica especial atenção à agricultura biológica. Uma boa oportunidade para conciliar o ambiente e a alimentação saudável, considerou Bernardo Araújo.

fontge:http://www.dnoticias.pt/

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Quarta-feira, 22.02.12

A 25 de Fevereiro, entre as 10h00 e as 12h30, Tomar vai receber o seu primeiro Mercado Biológico, iniciativa que se repetirá todos os meses.

A iniciativa da autarquia vai decorrer na Corredoura (Rua Serpa Pinto) no último sábado de cada mês, entre as 10h00 e as 12h30, a primeira edição já no dia 25 de Fevereiro e as restantes deste semestre a 31 de Março, 28 de Abril, 26 de Maio e 30 de Junho.

"Para além de ser mais uma forma de contribuir para a animação do centro histórico da cidade, o Mercado Biológico terá também um importante contributo para fomentar práticas de alimentação mais saudáveis, uma vez que todos os produtos ali vendidos são obrigatoriamente produzidos de acordo com os critérios da agricultura biológica, ou seja, sem recurso a pesticidas ou produtos químicos", explicam os organizadores.

"Com cerca de uma dúzia de vendedores inscritos, parte deles certificados e outros em vias de certificação, e cuja situação estará devidamente assinalada, o Mercado Biológico terá à venda fruta, produtos hortícolas, plantas aromáticas e medicinais, sementes, vinho, licores, azeite, vinagre, sal aromatizado, compotas e bombons".

fonte:http://ecosfera.publico.clix.pt/

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