Tudo sobre a Agricultura Biológica
Quinta-feira, 03.11.11

Uma iniciativa da Interbio - Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica, o evento pretende ser um espaço para conhecer, debater, mostrar, comparar e provar produtos da Agricultura Biológica, através de um vasto conjunto de atividades de Norte a Sul do País.

É já no próximo dia 18 de novembro, sexta-feira, que terá início a Semana Bio 2011, que se prolongará até ao dia 27, domingo.

Uma iniciativa da Interbio – Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica, aquela que é a Semana Nacional da Agricultura Biológica pretende ser um espaço de informação sobre os produtos biológicos elucidando sobre aspetos que vão desde as vantagens que apresentam relativamente aos produtos de agricultura convencional, à enorme variedade disponível, passando pelo modo como são produzidos e comercializados.

O objetivo é conhecer, debater, mostrar, comparar e provar produtos de Agricultura Biológica, o que será possível através de um vasto conjunto de atividades que inclui palestras, visitas a quintas, animações em lojas e restaurantes, ações dirigidas à comunidade escolar mas também ao público em geral, que decorrerão de Norte a Sul do país.

No âmbito da Semana Bio terá ainda lugar a Conferência “Política Nacional para a Agricultura Biológica – Para Quando?” no dia 18, na Biblioteca Municipal do Campo Grande (Lisboa), que contará com a participação de especialistas nacionais e estrangeiros em políticas agrícolas e/ou Agricultura Biológica como sejam os Professores Francisco Avillez, Nicolas Lampkin e Otto Schmidt.

fonte:http://naturlink.sapo.pt/

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Sexta-feira, 23.09.11

A agricultura biológica é um sector em crescimento em todo o mundo. Em Portugal, em 2010, as vendas de alimentos produzidos em modo de produção biológica ascenderam a 25 milhões de euros, mas o sector vive limitado pela ausência de uma verdadeira política de desenvolvimento do sector.

É neste cenário que decorrem, no Auditório Vita, o 3º Colóquio Nacional de Horticultura Biológica e o 1º Colóquio Nacional de Produção Animal Biológica. Os dois encontros juntam técnicos e produtores, nacionais e estrangeiros, apostados em contribuir mais para a oferta alimentar, reduzindo ao mesmo tempo os impactos negativos da agricultura convencional ou intensiva.

Na sessão de abertura dos dois colóquios, a vereadora da Câmara da Póvoa de Lanhoso, Fátima Moreira, defendeu que a agricultura representa um potencial de desenvolvimento dos territórios, pelo que os políticos devem ter a noção de que “o futuro de Portugal passa por aí”.

A autarca destacou o “percurso pequeno, mas com resultados visíveis” da câmara povoense no sentido da dinamização de modo de produção biológica. Neste concelho há 13 produtores certificados e foi introduzido o modo de produção biológica do porco bísaro. A câmara local está a desenvolver com sucesso o projecto das hortas sociais biológicas e criou um gabinete de apoio ao bioagricultor.

Biológico custa mais 30% 

Os produtos biológicos registam, em média, preços ao consumidor 30% acima dos da agricultura convencional, pelo que a comercialização é um dos grandes desafios que se colocam ao sector em Portugal.

Carlos Vicente, empresário que se dedica à venda de produtos em modo de produção biológica em Lisboa veio a Braga testemunhar que o crescimento desta actividade “tem sido limitado pela falta de uma política para o desenvolvimento da agricultura biológica”, mas também pela ausência de “melhor coordenação entre profissionais do sector, que deveriam ocupar as lacunas do mercado em vez de competir directamente”. A criação de supermercados 100 por cento bio é sugerida por Carlos Vicente.

Luís Alves, que comercializa plantas aromáticas, constata que “o sector da agricultura biológica apresenta um crescimento gradual e estável, fruto do aumento da procura mundial”.
“A agricultura está de volta. Os agricultores, as suas práticas sustentáveis e o seu investimento são necessários, na paisagem e na sociedade contemporânea, mais do que nunca”, afirma.

Isabel Mourão, dirigente da Associação Portuguesa de Horticultura e professora na Escola Superior Agrária de Ponte de Lima, defende “ a produção de alimentos de uma forma que mantenha a terra mais saudável e garante alimentos para o futuro”.
Sobre o óbice que constituem os custos para o consumidor, aquela técnica ressalva que “a agricultura convencional não paga todos os custos”, nomeadamente os que têm a ver com a poluição e utilização de recursos naturais. Por seu lado, “a agricultura biológica poupa nos efeitos laterais e negativos”.

Isabel Mourão vê o Entre Douro-e-Minho como “uma região dinâmica” no modo de produção biológica, sobretudo no que diz respeito a produtos vegetais, considerando muito positivas as experiências recentes das hortas sociais e da horticultura urbana.
O regresso de muitos citadinos à horta é explicado por Luís Alves pelo facto de muitos consumidores já não estarem “dispostos a consumir um produto biológico produzido em enormes monoculturas. 

De acordo com este participante nos colóquios que decorrem até amanhã, organizados pela Associação Portuguesa de Horticultura e Associação Portuguesa de Engenharia Zootécnica, “o sector da agricultura biológica apresenta um crescimento gradual e estável, fruto do aumento da procura a nível mundial”. Até as “grandes companhias de produtos alimentares já compreenderam este fenómeno e têm investido no sector”.

fonte:http://correiodominho.pt/

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Quinta-feira, 07.07.11

A Associação Portuguesa de Agricultura Biológica vai promover, com o apoio da Câmara Municipal de Lagos, uma “Acção de Sensibilização em Agricultura Biológica”, que terá lugar no dia 02 de Setembro, a partir das 15h00, no Auditório dos Paços do Concelho Séc. XXI.

De acordo com a organização desta iniciativa – a AGROBIO, Organização Não Governamental de Ambiente de Utilidade Pública - os grandes objectivos destas acções são estimular a produção e o consumo de produtos biológicos nacionais e, de preferência, locais, diminuindo a dependência externa de produtos alimentares. 
Segundo esta ONG, os produtos biológicos são bens públicos, uma vez que contribuem para uma melhor saúde humana e promovem a sustentabilidade ambiental.
A confirmação de presença nesta iniciativa deverá ser efectuada até ao dia 20 de Agosto, junto da Divisão de Educação, Juventude e Desporto (Serviço de Educação) através dos telefone da CMLagos -282 780 900/ 282 771 700 ou e-mail rita.silva@cm-lagos.pt ou através do contactos da Agrobio, através dos telefones: 213 641 354 / 213 623 586

Recorde-se que esta actividade surge depois da realização da “Oficina Biohorta em Varandas” através da qual se procurou ensinar a cultivar e a produzir em pequenos espaços.

fonte:http://www.cm-lagos.pt/

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Quarta-feira, 01.06.11

Os produtores de agricultura biológica da Terceira, nos Açores, decidiram visitar os agricultores que, alegadamente, estão a preparar terrenos para iniciar a plantação de milho geneticamente modificado para os informar dos perigos dessa cultura.

 

«Na reunião realizada terça-feira à noite decidimos fazer uma abordagem para perceber em que ponto se encontra o processo e explicar as consequências nocivas para a ilha e para a região que decorrem dessa decisão», afirmou Avelino Ormonde, especialista em agricultura biológica e um dos principais criticos da cultura de produtos geneticamente modificados.

Avelino Ormonde, em declarações à Lusa, questionou o secretismo em torno desta sementeira e a necessidade de notificar os vizinhos «se os organismos geneticamente modificados (OGM) não são problema».

fonte:Diário Digital / Lusa 

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